Não se pretende aqui observar a dimensão exata do que o virtualismo representa no mundo.
Não se pretende aqui dar as bases para que novos escritores, em novos mundos, escrevam sobre esses temas.
Não pretende aqui que o leitor de fato leia, nem que compreenda.
Somos levados pelos contos criados a imaginar um mundo sem vínculo, no qual a vida ou a morte, as leis da química ou física, já não fazem o menor sentido.
Daqui, caro leitor, Segure-se, pois quem dita as regras sou eu! E nada me impedirá de descrever alucinadamente um mundo sem pé nem cabeça. Novo, desconhecido e inexplorado por você, por mim, por qualquer autor que se conheça.
Primeira série de contos abstratos, fantásticos em processo de criação. Aguarde e compareça.